De certo não vejo palavras certas, para escrever o confuso
permanece intacto perante atitudes de comum impaacto
se você disse algo a alguém que pensou em ser certo
haja vista que este segredo é mais cego e um tanto confuso
água escorre ao teu semblante;mascarado e disperso
se precisa de máscara não precisas fugir
caso já tinham-no encontrado, por que te mostras alheio?
ao invés de se proteger, deves tirar a máscara e provar-se feio
Os teus olhos escorrem lágrimas em profunda imensidão
são marejados e depois enxugados pelo ar de combustão
seca, apaga, mergulha sua cegueira nos olhos d'alma
molhados e enraizados no disperso sentido de o ser
Por que demoras a sentir quando uma dor logo vem?
ela bate, ela marca, ela geme, ela toca, finca
presa nesse semblante de ar disperso e encouraçado
que se mostra mais no quase nada e enxarca ainda mais
Não depressa,mas os olhos inundarão e afogarão tua máscara!
Autor:Fernando DeLira
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Parabéns! Lindos Poemas.
Postar um comentário